1ª sala de aula
D. Maria do Carmo, voluntária da Associação das Damas da Caridade de São Vicente de Paulo, conseguiu do Dr. Emílio Castello, dono de um grande sítio, a doação de dois terrenos: um para a construção de uma escola e outro, para a edificação de uma capela, onde hoje está instalada a Paróquia Nossa Senhora do Carmo.
A Associação construiu uma casa no terreno em frente à atual Paróquia Nossa Senhora do Carmo, onde funcionava uma sala de aula e nela morava também a professora, uma vez que a condução era escassa, havendo ônibus somente de manhã e à noite. A capela foi construída alguns anos depois.
A construção do Posto de Saúde
Sendo o bairro carente de assistência médica a Associação das Damas da Caridade de São Vicente de Paulo providenciou a construção do Posto de Saúde e salas para reuniões e festinhas.
A escola foi crescendo, necessitando aumentar o número de classes. Por isso, a Associação adquiriu , em 1954 , alguns lotes de terreno onde hoje funciona a escola, ampliando assim, a sua área. A prefeitura construiu aí um galpão de madeira com quatro classes, o que propiciou o recebimento de um número maior de alunos. Anos depois, a Prefeitura fez mais um galpão com duas salas de aula.
Inauguração do Galpão
Alunas formandas da 4ª série primária em frente ao galpão inaugurado.
Inauguração do Galpão
Alunos formandos da antiga 4ª série primária.
Alfabetização de Adultos
a Associação percebeu a necessidade de ensino para os adultos e implantou aulas de alfabetização de 1ª a 4ª série no período noturno. Os professores eram remunerados pelo SESI e as salas utilizadas eram da Escola São Vicente de Paulo. Em 1979, o SESI deixou de patrocinar o curso e a Associação prosseguiu, implantando o antigo Supletivo de 1ª a 8ª série à noite para adultos, cujos filhos e netos de muitos deles freqüentam hoje nossa escola.
1º Prédio de alvenaria
Para melhor atender as crianças, a escola conseguiu do governo estadual a doação da merenda escolar por vários anos.
Na década de oitenta, o bairro já estava bem desenvolvido e o nível social da população foi mudando. Um número maior de pessoas de classe média veio morar no lugar. A Secretaria da Educação começou a construir escolas na região e a Associação notou que não era mais necessário o ensino gratuito, pois as famílias dos alunos já tinham casas próprias, automóveis, enfim, melhores condições de vida e ao mesmo tempo, estava difícil a manutenção da escola, pois as despesas eram muito elevadas. Assim, iniciou-se a cobrança de uma pequena mensalidade.